A Polícia Federal (PF), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta terça-feira (04) a Operação Fastfraude, com o objetivo de desarticular um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19 em contratações efetuadas na Prefeitura de Linhares (ES).

Investigações
As apurações tiveram início a partir de denúncia apresentada à PF noticiando a existência de um suposto esquema articulado para direcionamento de contratações na área de saúde. Os fatos denunciados apontavam que as empresas contratadas, pertencentes a um mesmo grupo familiar, seriam beneficiadas em detrimento a processos regulares de licitação, sob alegação de emergência devido à pandemia do Covid-19 e sob a justificativa de que somente as empresas do grupo teriam estoques suficientes dos materiais pretendidos.
No decorrer das investigações, houve a decretação de medidas cautelares de afastamento de sigilo bancário e fiscal, mediante autorização judicial.
As análises revelaram a potencial prática de crimes contra administração pública, dentre eles corrupção ativa e passiva, dispensa de licitação fora das hipóteses legais, sobrepreço/superfaturamento, lavagem de capitais e de constituição de organização criminosa.
No período de 2017 a 2021 foi contratado o montante de R$ 5,5 milhões em favor de uma das empresas investigadas junto à Prefeitura de Linhares (ES), envolvendo recursos federais e recursos próprios do município, relacionados a contratos para aquisição de materiais hospitalares. O prejuízo aos cofres públicos pode ser ainda maior, uma vez que foram realizados pagamentos posteriores à apuração.
Diligências
A Operação Fastfraude consiste no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas físicas e jurídicas nos municípios de Linhares (ES) e Serra (ES). O trabalho conta com a participação de seis auditores da CGU e de 36 policiais federais.
A Polícia Federal (PF), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta terça-feira (04) a Operação Fastfraude, com o objetivo de desarticular um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19 em contratações efetuadas na Prefeitura de Linhares (ES).

Investigações
As apurações tiveram início a partir de denúncia apresentada à PF noticiando a existência de um suposto esquema articulado para direcionamento de contratações na área de saúde. Os fatos denunciados apontavam que as empresas contratadas, pertencentes a um mesmo grupo familiar, seriam beneficiadas em detrimento a processos regulares de licitação, sob alegação de emergência devido à pandemia do Covid-19 e sob a justificativa de que somente as empresas do grupo teriam estoques suficientes dos materiais pretendidos.
No decorrer das investigações, houve a decretação de medidas cautelares de afastamento de sigilo bancário e fiscal, mediante autorização judicial.
As análises revelaram a potencial prática de crimes contra administração pública, dentre eles corrupção ativa e passiva, dispensa de licitação fora das hipóteses legais, sobrepreço/superfaturamento, lavagem de capitais e de constituição de organização criminosa.
No período de 2017 a 2021 foi contratado o montante de R$ 5,5 milhões em favor de uma das empresas investigadas junto à Prefeitura de Linhares (ES), envolvendo recursos federais e recursos próprios do município, relacionados a contratos para aquisição de materiais hospitalares. O prejuízo aos cofres públicos pode ser ainda maior, uma vez que foram realizados pagamentos posteriores à apuração.
Diligências
A Operação Fastfraude consiste no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão em endereços de pessoas físicas e jurídicas nos municípios de Linhares (ES) e Serra (ES). O trabalho conta com a participação de seis auditores da CGU e de 36 policiais federais.


















































































Comente este post